História

Forte Apache – A Fantástica História dos Mais de 50 Anos

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Forte Apache é um brinquedo dos anos 50, produzido até hoje e que acumula milhares de fãs. Delicie-se com esta história de faroeste.

Antes de falar do brinquedo que está há mais de 50 anos sendo fabricado precisamos voltar um pouco no tempo para um contexto histórico.

Os Apaches são índios, nativos dos Estados Unidos, cujo territórios ocupados antigamente eram o Arizona, norte do México, novo México, oeste e sudoeste do Texas e Colorado. Esses índios guerreavam contra os exércitos americanos por disputa de território, isso só para resumir o motivo dos conflitos.

Índios Apaches

Índios Apaches

Durante a guerra contra os Apaches, que perduraram entre os anos 1861 até 1886, os Estados Unidos mantinham postos avançados de combate, entre eles está o Fort Apache que permaneceu sob o propósito militar até 1922.

Estes conflitos marcaram muito o povo americano, faz parte da história dos Estados Unidos e, não poderia ficar de fora das suas produções artísticas, foi então que no ano de 1948 uma série de três filme, sendo um deles intitulado Fort Apache foram lançados nos Estados Unidos, que eram justamente uma referência aos massacres sangrentos contra os índios.

Filme Fort Apache

Filme Fort Apache

Trailer:

Não foi somente através do cinema que as lembranças dos conflitos ficavam vivas, mas uma série de TV também retratava todo o contexto. Era o início da década de 50 e a série As Aventuras de Rin Tin Tin tornou-se um sucesso durante os 5 primeiros anos de sua produção e as décadas seguintes que ela foi exibida por todo o mundo.

Apesar de, historicamente, o Fort Apache não ter tido um papel de muito destaque na guerra, ele se tornou uma referência não só pelos filmes de 48, mas também pela série de 50. E aqui no Brasil a série estreou em 1961, ficando até 72 e depois voltando de tempos em tempos até em 1996 quando foi exibida pelo canal Warner Channel.

Abertura do seriado:

Fora os filmes e série, ainda as crianças da época eram bombardeadas por histórias dos gibis que contavam os conflitos de faroeste, o que certamente estimulava as vendas de produtos com o tema. E foi neste contexto então que a empresa estadunidense Louis Marx, no ano de 1952, lançou o brinquedo Fort Apache, e como não poderia deixar de ser, foi um sucesso!

Primeira Versão Fort Apache

Primeira Versão Fort Apache

Veja em detalhes como era esse brinquedo:

Estas primeiras versões eram feitas de lata com a própria caixa servindo como as paredes do Forte, e tiveram também versões em plástico. Os bonecos destas linhas sempre monocromáticos, na cor dos plásticos.

Primeira Versão Fort Apache em plástico

Primeira Versão Fort Apache em plástico

O brinquedo foi produzido no mundo inteiro como México, Argentina, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália, entre outros, como o Brasil.

De outros países: Fort Cheyenne, Fort Cherokee e Fort Grant

De outros países: Fort Cheyenne, Fort Cherokee e Fort Grant

Casablanca - Primeiro Fort Apache

Casablanca – Primeiro Fort Apache

Aqui no Brasil o brinquedo chegou em 1964 fabricado primeiramente pela empresa brasileira Casablanca, que solicitou a patente do brinquedo em 66 e obteve o registro em 71, porém nesta época a empresa já havia decretado falência.

Patente Grande Forte Apache Casablanca

Patente Grande Forte Apache Casablanca

Mas entre os anos que a Casablanca produziu o brinquedo de madeira (de 64 a 69), que foi uma febre entre as crianças brasileiras, ela comercializava toda uma linha de brinquedos de faroeste: Caravana, Fazenda Ponderosa, Acampamento Apache e Virgínia City.

Outros produtos Casablanca

Outros produtos Casablanca

Veja o anúncio de lançamento do Caravana no jornal o Estado de São Paulo:

Jornal: Lançamento Caravana

Jornal: Lançamento Caravana

Além desses, a empresa ainda produziu mais dois modelos do Forte Apache que traziam algumas pequenas diferenças. Entre as maiores diferenças estava a criação de personagens do seriado Rin Tin Tin.

Rip Masters, Cabo Rusty e Rin Tin Tin

Rip Masters, Cabo Rusty e Rin Tin Tin

Uma curiosidade interessante é que a Casablanca, durante o processo de produção, distribuía os bonecos pela vizinhança para serem pintados, o que os deixavam sem critérios de cor. Veja na imagem abaixo como as mesmas figuras tinham cores diferentes:

Figuras: Diferenças nas pinturas

Figuras: Diferenças nas pinturas

A Casablanca, embalada pelo sucesso dos seus produtos, lançou em 1968 o que ficou para a história como o maior Forte Apache produzido no Brasil em todos os tempos. A empresa resolveu mudar o visual que vinha adotando deste 64 e produziu o brinquedo tendo como base o forte que aparecia no seriado Rin Tin Tin.

Casablanca: Grande Fort Apache

Casablanca: Grande Fort Apache

Vale lembrar que em todo esse período de produção nos anos 60, a Casablanca lançou versão do Fort Apache em plástico. Há relatos de que o preço deste era muito mais alto do que a versão em madeira e por isso muito raro de ser encontrado. Em nossas pesquisas não localizamos qualquer foto deste modelo.

Em 1969, como já antecipado, a Casablanca entrou em falência, apesar de todo o sucesso de seus produtos. Mas para a alegria da criançada a produção do Fort continuaria, pois, no mesmo ano, a empresa Gulliver é fundada, empresa esta que pertence a mesma família proprietária da Casablanca. No ano de 1971 a Gulliver registrou o nome Forte Apache (Agora na grafia em português), e o mantém registrado até hoje.

Gôndola Gulliver - Anos 70

Gôndola Gulliver

Os anos 70 foram povoados por diversas séries e filmes que tinham o tema de faroeste e ainda aliado com as propagandas promovidas pela Gulliver nos gibis, era a fórmula perfeita de sucesso para o Forte Apache que foi campeão de vendas nesta época. Os kits continuavam a ser comercializados em caixas com alguns ítens e bonecos, mas esses também podiam ser comprados em saquinhos ou em gôndolas avulsos, o que aumentava ainda mais a receita e permitia à empresa elaborar novos modelos.

Esta forma de comercialização tinha sido adotada já pela Casablanca. Veja o encarte que vinha junto ao produto que fomentava a compra de novas figuras ao preço de “um sorvete ou uma revistinha”.

Casablanca: Encarte Anos 60

Casablanca: Encarte Anos 60

A Gulliver, durante a década de 70 não produziu o brinquedo em plástico (com exceção das guaritas e bonecos), sempre em madeira. Uma das primeiras mudanças de seus brinquedos foi com relação à segurança, pois as paliçadas não eram mais pontiagudas e as madeiras eram mais bem lixadas o que reduziu o risco de ferimento com farpas.

Até o ano de 1977 a Gulliver produziu três modelos do brinquedo: Mini Forte Apache, Forte Apache e Grande Forte Apache.

Gulliver: Mini, Médio e Grande Forte Apache

Gulliver: Mini, Médio e Grande Forte Apache

Entre os anos 73 e 74 a Gulliver ainda tentou emplacar o Forte Apache brincalhões, que era exatamente o mini Forte Apache, mas tendo suas figuras substituídas por índios, cowboys e cavalos sorridentes. Este brinquedo não voltou a ser produzido.

Gulliver: Forte Apache Brincalhões

Gulliver: Forte Apache Brincalhões

Nos anos de 78 e 79 a Gulliver resolveu dar uma repaginada no visual do produto, mudando desde a embalagem, cores das madeiras, até trazendo elementos novos, como foi o caso de uma base para o forte, base esta que imitava o solo do deserto e que continha presilhas onde as figuras podiam ser colocadas para que assim não caíssem.

Gulliver: Forte Apache 1978

Gulliver: Forte Apache 1978

Bem, a década de 80 havia chegado e a Gulliver, mais uma vez, adapta o Forte Apache afim de manter sempre o produto em alta. O brinquedo passa a ser comercializado em dois modelos: grande e pequeno e, as figuras também sofrem alteração: passam a não ter mais a tradicional pintura a mão, sendo então monocromáticas, na cor do plástico em que eram produzidas.

Gulliver: Figuras monocromáticas

Gulliver: Figuras monocromáticas

Essas figuras monocromáticas foram logo abandonadas pela Gulliver ainda durante a década de 80. As figuras pintadas a mão voltaram, porém agora em altíssima qualidade tanto de material quanto na pintura.

Gulliver: Figuras de vinil

Gulliver: Figuras de vinil

Além das mudanças promovidas no brinquedo, a década de 80 ficou marcada como os últimos anos no emprego da madeira como matéria prima para a fabricação. Os anos 90 vinham trazendo mais novidades.

O ano de 1990 já trouxe novidades, além da volta dos três modelos (mini, médio e grande) já em plástico, ele agora continha uma cartela de adesivos para colar no quartel genereal, bandeira dos Estados Unidos e o próprio pórtico, porque ele vinha totalmente desmontado na caixa. Veja o manual de montagem do modelo médio:

Gulliver: Manual de montagem

Gulliver: Manual de montagem

Ao longo dos anos 90 a Gulliver voltou a comercializar apenas 2 tamanhos do Forte Apache e acabou perdendo muito da qualidade conquistada nos produtos do final de 80 – início de 90. Os adesivos para o quartel general deixaram de existir, a qualidade das pinturas das figuras piorou, e a inovação ficou por conta da embalagem que deixou de ser caixa e passou a ser uma maleta, as quais perduraram até hoje e ainda são as embalagens que acompanham os produtos vendidos atualmente.

Gulliver: Maleta

Gulliver: Maleta

Uma mudança interessante que a Gulliver tentou alavancar no início dos anos 2000 foi a substituição, em um de seus modelos das tradicionais figuras Atlantic por figuras articuladas onde se poderia encaixar armas e objetos, mas este modelos não agradou e já não é mais produzido.

Gulliver: Figuras articuladas

Gulliver: Figuras articuladas

Bem, como já dito, a Gulliver tem o registro do nome Forte Apache desde 1971 e ainda hoje, em 2015, após mais de 50 anos do lançamento, a empresa ainda fabrica e vende o Forte Apache em 3 modelos: Ação Total Apache, Batalha Apache e Super Batalha Apache que podem ser vistos logo abaixo e no site oficial.

Gulliver: Ação Total Apache

Gulliver: Ação Total Apache

Gulliver: Batalha Apache

Gulliver: Batalha Apache

Gulliver: Super Batalha Apache

Gulliver: Super Batalha Apache

O que nos chamou atenção nestes novos modelos é que apenas o modelo Batalha Apache não tem suas figuras pintadas à mão e são monocromáticas, as demais versões tem suas figuras pintadas normalmente. Provavelmente deve ser para manter o custo do produto mais baixo entre os três e mais competitivo nas prateleiras.

Chegamos ao fim da viagem e é muito legal refazer todos esses passos e ver que mesmo depois de tanto tempo a Gulliver conseguiu se manter fiel ao conceito original do brinquedo e permite aos pais, que em sua infância brincaram com o Forte Apache, presentear seus filhos, se divertir e certamente sentir aquela boa nostalgia.

Esta foi então nossa viagem no tempo, aos saudosistas esperamos que tenham apreciado e viajado com a gente nesta aventura através do faroeste americano/brasileiro.

Vale ressaltar que em nossas pesquisas também encontramos o site do colecionador Marcos Guazzelli que coleciona os brinquedos de faroeste brasileiros desde a década de 60. O site dele foi de grande ajuda no levantamento de informações para este artigo. Vale a pena dar uma passada lá em http://www.brinquedos.faroeste.nom.br.

Aos colecionadores que precisam de peças dos conjuntos originais, no site do Marcos existem alguns artigos a venda, e encontramos também esta página do facebook que as vende, e sempre poderá encontrar também no mercado livre.

Vida longa Forte Apache!

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23 Comentários

  1. Atilio

    Excelente matéria !
    Meus parabéns a equipe mini Ás!
    Hoje nossas gerações dos anos 60,70 tem a grande responsabilidade de passar para nossos filhos e netos, a verdadeira emoção do que nos reapresentou e representa o FORTE APACHE!

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    • Equipe mini Ás

      Que bom que gostou Atilio!
      Obrigado pelas palavras!
      Grande abraço!

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  2. Paulo Sérgio Rocha

    Todos esses relatos, me fazem retornar na minha infância.
    Tenho muitos cenários montados, forte apache, batalhas e acampamentos indígenas.
    Possuo figuras como índios, soldados, cavalos, carroças, canhões, tendas, árvores e muitas outras na coleção.
    Gosto de pintar as mesmas com esmalte de unhas, porque tem várias cores, e uso verniz para fixar as cores e dar brilho.
    Continuo colecionando e fazendo os cenários, apesar de meus 47 anos, é um hobbie, um passatempo ou como costumo falar para minha família e amigos, um anti stress maravilhoso, para meus dias.
    Um grande beijo no coração de todos vocês, que amam e preservam vivo a memória deste brinquedo sensacional.

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    • Equipe mini Ás

      Obrigado por compartilhar Paulo. Abraço!

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  3. Hilton

    Maravilha! Me fez viajar no tempo. Grandes informações do brinquedo que sem duvida marcou a vida das crianças de varias gerações.

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    • Equipe mini Ás

      Que bom que gostou Hilton. Grande abraço!

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  4. Marcelo flores

    Que saudades ja comprei o do meu filho mas quero muito comprar as carroças acampamento indigina os mineradores mais índios e soldados o corneteiro o porta Bandeira por favor me ajudem onde tem mais pra vender tem alguma loja especializada

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  5. Diogo Demarco

    Lá em casa, nos anos 70 tivemos o forte apache da Guliver e diversos índios e cowboys da Casablanca que eram vendidos separadamente. Além desses tinha o Zorro, o Tarzan. Brinquei muito, junto com meus irmãos e sempre fui cuidadoso com meus brinquedos. Deixei tudo em casa quando fui para faculdade, meus sobrinhos brincaram muito com eles e, para dor no meu coração, trocaram por fitas de jogos do Atari. Hoje tenho 48 anos e um filho de 10, tentei recuperar meus brinquedos de infância mas eles se perderam. Procurei no Mercado Livre e quase tive um infarte quando vi o valor destes brinquedos antigos. Meu filho curte muito brincar com eles, assim comecei comprando o forte apache da Guliver (novo), o acampamento indígena, os mineradores, todos monocromáticos e fui pintando eles. Usei primeiro tinta a óleo,mas meu filho brinca tanto que já saiu tudo. Comprei tinta óleo acrilex para tela, mas a tinta não secou e manchou todos os brinquedos. Pergunto: que tinta devo usas? A tinta das figuras do forte apache ação total não solta a tinta, é esta que preciso usar, mas já procurei e não encontro. Sabes me informar onde encontro. Gracias

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    • Equipe mini Ás

      Que legal Diogo! Obrigado por compartilhar! Sobre a dica de tinta certa vou ficar devendo, mas arriscaria dizer para procurares em lojas especializadas em plastimodelismo, já que provavelmente trata-se do mesmo tipo material a tinta deve funcionar.
      Grande abraço!

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    • filipe

      Amigo, fez o uso de primer nas figuras antes de passar a tinta pois acredito que ajudaria na fixação da tinta para que não descasque com facilidade? tambem estou tentando descobrir que tipo de tintas a gulliver utilizava nas peças, no meu caso seria para colorir as figuras dos times de futebol da gulliver. tenho feito algumas pesquisas mas ainda não fiz nenhum teste, estou pensando em testar primeiro o primer e as tintas acrilicas da acrilex.

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      • Equipe mini Ás

        Obrigado por compartilhar Filipe!

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  6. Carlos

    o que podemos fazer para conseguir que a Gulliver, lance novos kits voltados aos itens do forte apache, como a carroça, mineradores, totens, canoas que fazem parte da maleta, pois estes que foram relançados têm um bom preço (acessível) para qualquer admirador desses itens, eu tenho mais de 50 anos e comprei esses kits para mim

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    • Equipe mini Ás

      Pois é Carlos, há muito tempo que o Forte Apache deixou de ser o carro chefe da Gulliver, é um brinquedo que infelizmente não faz mais a cabeça da criançada e por isso acho difícil que novas linhas de faroeste sejam lançadas... Mas sempre vale a pena um contato com a empresa, quem sabe né?
      Abraço!

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  7. Luiz Porto JR.

    Meu Deus estou alegre com este site eu tenho um fort rim tim tim e dois fort apache ganhei guando era criança até hoje eu ainda montk senarios de guerra e nunca deixei meu filho brincar só olhar e agora minha netinha tambem sô olha por a mão só eu.

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    • Equipe mini Ás

      Que bacana que gostou Luiz!
      Isso mesmo! Cuide bem dessa relíquia que quando sua neta crescer ela vai entender o devido valor que eles têm.
      Grande abraço!

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  8. Jefferson

    Eu tenho 51 anos, e ganhei um forte apache de papai noel em 1972, tina 7 anos, os bonequinhos, não tenho mais, o forte deadeira eu ainda tenho, comprei os bonecos na internet, e continuo comprando, e continuo brincando com minha filha de 6 anos. É maravilhoso.

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    • Equipe mini Ás

      Que legal Jefferson! As criancas de hoje em dia têm cada vez menos possibilidade de conhecer esse tipo de brinquedo, que usa da imaginação para tornar a brincadeira divertida.
      Abraço!

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  9. Ricardo Batista de Lima Lage

    bons tempos , que deixaram saudades, um abraço a todos,obrigado.

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  10. Ricardo Batista de Lima Lage

    Durante toda minha infância, eu brinquei com forte apache.
    Este brinquedo foi minha grande paixão,tenho ótimas lembranças, quando vejo imagens na internet.

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    • Equipe mini Ás

      Que bacana Ricardo! É sempre bom relembrar mesmo... Grande abraço!

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  11. Mario de Oliveira e Silva Filho-Dr

    Excelente matéria. Lendo-a voltei aos brinquedos da minha infância. Parabéns!

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    • Equipe mini Ás

      Que bacana Mário! Fico feliz que tenha gostado. Grande abraço!

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